sexta-feira, 20 de janeiro de 2012

Futuro do presente



A fobia dilacera
a alma concretamente
Cansada

Entre pormenores de linhas mal traçadas
Pessoas, pouco pessoa
São multidão de um só dizer
Fabricam vidas, determinam gostos, atitudes
Não resta autenticidade na raça humana
Faltam gestos plurais, criações vibrantes!

...gente profundamente humana...

A grandeza está no chão
Matuto
Duro
Fértil
que nos dá alimentos, vida
Destroem a vida!
Assassinam o resto mais fértil da presença não

HUMANA

Nota-se um caminhar incerto, acomodado
Percebe-se insensatez, indiferença
Salienta a fome do próximo, ausência da básica existência
Ululo mudo com a fome do mundo,
não há força que me faça acreditar
na crença em algo puro, definitivamente humano

A TERRA está sedenta de vida
sua face é raivosa, triste

 Resta a digna fé:

Esperança

Palavras belas, sem pretensões de lucro ou

Poder

Resta ainda o resto
A mínima pouca existência que poderá salvar a
decadência humana
e o
morticínio do planeta! 


segunda-feira, 21 de novembro de 2011

Prelúdio de um sonho

Acordei,

o sol espreitava a janela

o som dos pássaros enluarava a singela manhã

o odor limpo e fresco das flores entorpecia-me de lembranças boas

 

DIA VIVO!

 

Pessoas caminham lentamente

Sorriem um sorriso puro de

BOM DIA

O velhinho era auxiliado por um jovem

O fruteiro doava sua fruta ao faminto matinal

 

Algo estava diferente –

as pessoas,

os seres mais humanos,

e os menos humanos,

todos estavam humildemente revigorados na ALMA

 

O trânsito era virgem, poucos carros

Menor ainda eram os desencontros

O motorista do carro ao lado desejou-me:

“Bom dia, poeta!”

Cheguei ao trabalho e tudo parecia novo, sublime,

Realmente encantador.

As pessoas entreolharam-se com CARINHO, MAGIA.

Pediram-nos que lêssemos as notícias mais humanas

ASSUSTEI, ....

 

ACORDEI, UFF – SONHEI!

 

São 07:20hs!

ATRASO

Não me dão bom dia

Os olhares da manhã indiferente estão desencontrados,

PERDIDOS

Sonolentos, de fato!

Não havia expressão de sentimentos,

VAZIO

O companheiro do carro ao lado demonstrou-me um gesto obsceno, infantil -

Aurora desperdiçada:

TENSÃO

SIRENE

BUZINA

FÔLEGO

falta-me fôlego.

São 08:15hs!

Os colegas de trabalho julgam meu atraso

São 10, 20, 30 emails – todos eles AMORFOS,

sem a mínima expressão de VIVER

São 09:00hs!

Acordei, o prelúdio de um sonho reduziu-se a pó, NUDEZ, NADA!

domingo, 18 de setembro de 2011

À busca do que ainda não foi

que nada te quite el sueño

Ao final de cada gesto, cada passo, cada sentimento, revigora-se o menino-homem. Menino na idade e na maça de seu rosto ainda juvenil, quase um bebê das fronteiras do sul; homem no comportamento intenso, de uma profundeza cultural, de um intervalo musical – um cerne incrivelmente humano, direitos humanos!

Ele, esse ser mais por demais, criatura de um Era que não é presente, nem passado, e tampouco futuro. Ele luta, luta na sua incerteza de uma certeza apenas sua, seja ela certa ou incerta, clara ou obscura, ele sonha, sonha com liberdade e calmaria. Os lentos passos em direção ao Oásis da alegria, alegria onde o som do violão faz o tempo eterno, sem as miudezas de um cotidiano quase confinado, praticamente circunscrito dos mais doces quereres.

Lá, naquele lugar que não merece nome e sobrenome, lugar que não merece definições, lugar onde a liberdade criativa-imaginativa prevalece sobre tudo e todos; lugar onde reside a atividade intelectual, a ponderação dos argumentos, a sobriedade nas atitudes. Terra de um chão com cheiro de amêndoas , um céu de sorvete de creme radiante. Neste sítio de mil-quereres, de organismos sabidamente vivos, reside Orfeu. O músico do futuro, da luz  que revelará a existência humana num fôlego de um águia que procura na simplicidade a sua forma mais humana e verdadeira.

Não por acaso que este ser, mais parecido com um pássaro de sua terra indefinida, procurou dar um salto em busca do autoconhecimento. Este pássaro alado, que possui graça e elegância, não tem medo do desenlace, do óbito; o pássaro comprou um certo bilhete no trem da liberdade, em direção a vida e com parada na estação espanhola onde reside outro ser com o dom de iludir.

Lorenzo, o Pássaro: vinte e poucos anos de uma sensibilidade, impermeabilidade, sutilezas, flutuação. São anos de um universo musical e harmônico das esferas, este tempo em que a gravidade sempre foi zero em sua terra, em sua alma. As calças caídas, quase em busca do primeiro pavimento na esquina de um lugar qualquer; o sorriso largo, infantil, os gestos expansivos que falam por si só, a barba na sensação de um espelho quase maduro.

O Pássaro comprou o bilhete de ida, despejou o bilhete de volta no mar dos deuses marinhos onde reside um mundo sem fronteiras que lhe dirá a hora fatídica da volta. Num voo rasante, ele se da conta que já está lá, mesmo sem estar, pois crê piamente nos cosmos em que sua vida entoará nos próximos tempos. Um café observando o horizonte criterioso da Puerta de Acalá, uns passos vagos com o caderno e a caneta em mão na Plaza Mayor, e o violão na mão em todo cerne da capital espanhola.

Ele desperta desta insônia sonhadora e apercebe-se de tudo que necessita – alegria, vida, tempo, eternidade. O avanço na sua busca própria, no desdobramento dom quixoteano que possa ocorrer; o pinote, a curveta, a cambalhota, o salto ululante e distraído - já está praticamente no momento da partida. A imersão na profundeza da revolução será a expulsão, a descarga, a evacuação do dito Pássaro, redito, por ainda não dito: Lorenzo.

 

 

lorenzo_guitarra

25deabril - Niver de Hugo e Marcelo 018

 

 

 

 

 

 

 

Lorenzo, o Pássaro!

O olhar de um certo fruto maduro

Quase uma tentativa de um caminhar lento, tranquilo

O olhar denúncia, o gesto ratifica e o coração finaliza

Assim, mais que mais

Assim, mais por demais

Assim, ele! ELE!

Esse fruto novo, maduro, quase um

HOMEM

Quase um ser pronto e acabado

Contraditoriamente quase...

Entre as paixões, entre as terras vividas e habitadas, entre ele por ele mesmo:

Este amigo está pronto para sair livre como um pássaro prodigioso

Um pássaro que busca o ar livre, puro

Um pássaro de uma insanidade anárquica:

Ele, o PÁSSARO,

quer paz, quer a supremacia dos sentimentos

Ele prevalece sobre os demais, voa mais alto que toda sua espécie!

O som esvai-se por suas asas, por meio de seu voo transviado,

Cheio de vida, de viver!

Ele busca algo, encontra o ar – o puro ar!

Não precisará de mais nada que não seja essa paixão fervorosa pela calmaria e

LIBERDADE

Sob o céu do velho continente ele abrirá caminhos, viverá poesias e

MÚSICA!

Sim, senhores e senhoras:

Ele será a obra-prima de sua própria busca, do coração afogado pela vida, pelo amor e pela música –

Apresento-vos: Lorenzo, o Pássaro.

 

terça-feira, 6 de setembro de 2011

SEJAMOS

rene_magrite_the false mirror

O calor do cerrado desbota meus pensamentos,

o fluído do vento quente e seco atrapalha-me as ideais.

Ideais são maltratados pelo mal-dizer dos ociosos de uma vida multi-pensada

Querem desfacetar os queres, os mais diversos quereres…

Por qual razão acham que têm o direito de pisotear os sonhos?

O que seria da vida se não fosse os sonhos?

Acham-me louco, desvairado, inconsequente!

Serão eles os verdadeiros donos da razão puramente cartesiana?

Por que não olharmos para os séculos de história para nos dar conta que os paradigmas são uma grande

TOLICE

Por mais que ensejamos algo tranquilo nessa vida de Meu Deus, Ave Maria e Ipad;

Sejamos minimamente respeitosos dos desejos alheios,

pois não é pelo fato de termos globalizado nossas atitudes e gestos é que todos deverão pasteurizar

seus sentimentos, suas vontades e muito menos vender uma alegria contraria ao modus-operandi do humano ocidentalizado;

o modus-vivendi atual está obscuro, podre, mal-cheiroso!

Querem encontrar definições globais, comportamentos únicos,

unanimidades toscas, cheias de certezas absolutas e crenças santas de uma fé cristã que ainda preserva o ideário torturador da Idade Média.

Por favor, pouco e escasso leitor destas linhas, não sejas atrevido em mal-dizer o que está diante de vós -

quem não observa esses dizeres, quem não enxerga estas promiscuidades,

ainda encontra-se convalescido, morto em uma jazida em que a vida é apenas o que está diante de seus olhos;

respeito todos estes sentimentos mais claros, mais racionais e falsamente verdadeiros.

Por outro lado - vocês que ainda acompanham esses dizeres embevecidos de sentimento humano -

Sejamos ousados em crer em uma vida mais plural que certas linhas de jornais desbaratados,

de certas opiniões ejaculadas pela rede globo de televisão.

Sejamos ousados!

Sejamos...

Para ir além do que se vê é necessário ir além de ti mesmo,

Além de todos os comportamentos redigidos até então por uma sociedade perdida no espaço-tempo;

não há um culpado nesta história do século XXI a não ser o próprio ser humano.

Um ser humano que reescreve os capítulos do cotidiano cheio de estéticas, Botox,

cheio de culto a artistas que não dão a mínima para arte, estão puramente desejos de seu próprio narcisismo.

Cansado, sinto-me totalmente cansado...

Minha alma respira por entre estes ventos quentes desta minha terra seca, vermelha -

deste meu berço materno que não soube me reconhecer, não soube dar um espaço para minha aberração.

Pois bem, humanos e humanas, senhores e senhoras – habitantes deste planeta água:

Convoco-os a uma reflexão extraordinária que está muito além da novela das oito,

Mas tampouco é a odisseia de Camões -, qual seria verdadeira razão de nossas vidas carnais se não fosse lutar para salvar este planeta, esse chão mundano cheio de         (des)encontros.

Olhe ao seu lado, observe a criatura linda e amável que possa estar ao seu lado:

por mais que ela seja o contrário disto, por mais que várias outras pessoas sejam o contrário do contrário, o avesso do reverso, sejamos sinceros – sejamos sustentavelmente verdadeiro com nosso eu mais lindo e profundo que há dentro de nós –

deixemos a magia humana tomar conta de nossas atitudes, deixemos a riqueza de nossa sabedoria humilde, fraterna, fazer parte de nossas atitudes suavemente coletivas;

há que ser sincero para podermos perceber que o caminho não é este, e muito menos o caminho será outro que não a coletivização de nossos sentimentos mais ternos.

Por mais que essa prosa-poesia queira ser algo entre poesia e prosa, o que ela mais quer é tocar no coração de cada um possível leitor que chegou até aqui e vangloriar a vida, o viver –

estas linhas maltratas, por este rebelde e atribulado ser, quer sentir o coração de vocês repleto de boas energias, de sentimentos coletivos unificadores, plurais...

Seria ridículo de minha parte tentar encontrar uma atitude unificadora que não fosse o amor;

o amor na expressão mais plena, lírica e ousada da palavra – o amor que não espera,

o amor que não está abnegado, o amor que não está preso e muito menos está sob qualquer suspeita!

Assim, talvez, encontremos a verdadeira sustentabilidade que anseia o planeta!

A vida deseja equilíbrio, uma sustentabilidade diversificada, um mundo em que se respeite os mais diversos quereres sem agredir o chão que lhe dá os alimentos, e muito menos o desejo criativo do cidadão de qualquer esquina mundana -

de São Paulo a Pequim, da Inglaterra a Angola, seja onde for:

Sejamos!

Sejamos fortes, observemos além da matéria concreta que está disposta no teu olhar!

Ainda há tempo e espaço para corrigirmos os desmandos da cultura individualista em que nos encontramos!

Podem ter a certeza que a única certeza é a nossa morte – se ainda há espaço para coletividade do seu ser, pense:

SEJAMOS!

Hugo Quinta

IMAGENS DE SEBASTIÃO SALGADO

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domingo, 3 de julho de 2011

Afogado num desgosto amargo


Pois sim, humanos.

Perguntas sem fundamento, com presunção petulante de respostas verdadeiras – absolutas

Com a ridícula pretensão de sermos falsamente fortes

Bestializados de plantão acham-se donos de algo, donos da matéria, donos de si próprio

São donos de sua própria mediocridade!

Por que não romper dilaceradamente com os caminhos estabelecidos?

Os caminhos, os novos caminhos, os não-caminhos...

Falta reflexão!

A humanidade está desprovida de sentimento humano

O século XXI está a ser os 100 anos da inflexão do pensar, do sentir

A palavra bela e pura, morrerá!

A Microsoft, na contramão, lucrará!

O ser humano diminuirá!

A maquina prevalecerá!

VADIO!

Vadio no meu viver seguirei LUTANDO!

Lutando no VAZIO, no vazio de um certo viver!

Estão loucos, patetas...

Que mundo é esse?

REVOLTO!!!

Não aceito e não aceitarei

Não haverá uma única alma nesse planeta que usurpará minha humanidade

DESOLADO!

Paixão, amor, virou sinônimo de BESTA!

FRACO!

BURRO!

Se ainda há alguém aqui, pelo amor do ser humano – digam-me algo, um sentimento qualquer

A mínima palavra que venha envolta de grandiosidade, de sublevação ou até mesmo de CONTESTAÇÃO!

Não aceitem, LUTEM, LUTEM, LUTEM!!

(...)

Estou fraco!

A luta é árdua e desproporcional

Os tiros vêm de todos os lados!!

Os desvalidos do sistema que o digam...

Saramago deixou o recado

O recado é claro, realmente derradeiro – HUMANO!

E o que falta?

O que falta pra vocês perceberem que esses descontentamentos são manipulados pelo poder do DINHEIRO!

Grana! Guito! Money!

Um dia resolveram agregar valor ao papel...

DIVERTIDO?!

Ahahaha

RISOS! APLAUSOS!

Divertido é ver as pessoas correndo alucinadamente à procura de CONFORTO!

DINHEIRO!

Esta é a MAIOR MERDA que já inventaram!

De todas as criações e invenções humanas essa é a maior morte da humanidade –

do planeta, dos valores coletivos:

SOCIALIZANTES

Ser sustentável é estar atuando de acordo com as práticas dos bancos,  das empresas, dos Estados Unidos da América, do Velho Continente

E a FOME NO MUNDO?

Onde fica a fome e a miséria no mundo?

O mundo vive a crise de SUPERPRODUÇÃO

SUPERPRODUÇÃO!!!!!!

A miséria ainda persiste...

A dominação ainda prevalece

As informações são manipuladas

O BIG BROTHER ainda nos controlará!

Ahhhhhhhhhhhhh!

Ululo como a raiva de um PITBULL

Estou farto de tantas IGNORÂNCIAS!

Obrigado, Sam!

Sua filosofia de vida está a ser meu guia

DIVINO, ULTRA-HUMANO:

CAGANDO PRA TODA GENTE!!!

terça-feira, 22 de fevereiro de 2011

Ainda há um traço de lirismo neste poeta moribundo

A construção e fortificação de um Ser deriva não só de falsas sensações,

Mas também da vontade de combate, de luta e de tudo aquilo que pode ser oposto – consequentemente – ao posto.

A escrita poética ainda tenta encontrar espaço no plano racional de meus dias,

Procuro um lugar e uma óbvia ternura nos meus afazeres cotidianos.

Por mais que a racionalidade sobrepôs à sensibilidade,

Jamais haverá espaço para um ser enfadonho, esquizofrênico –

Minha humildade entoará as revoltas árabes, os protestos dos desvalidos –

A sensibilidade social será meu norte, meu sul, minha orientação divina, profana e

Mais que Humana, diria eu: ultra-humana!

Minha revolta, ou falsa revolta, ainda toma ares inesperados

O silêncio é o indício mais próximo da minha sublime e aterradora revolução –

Espiritual, intelectual, política e humana.

(Poética?)

Por mais que queiram calar os humanistas e os meio humanistas - não ousarei a deflagrar essa bandeira.

Essa virtude não será desenvolvida de maneira hipócrita, mesquinha e derradeira.

Um ser humano se vale de muitos espetáculos, dentre estes encontra-se a boa-fé e a coerência.

Basta ler o noticiário e ver as inquietudes nacionais e internacionais para ter a certeza:

A humanidade, de uma maneira ou de outra, está em busca de identidade.

portinari-retirantes

Retirantes, por Portinari

“… a leitura da palavra não é apenas precedida pela leitura do mundo, mas por uma certa forma de ‘escrevê-lo’ ou de reescrevê-lo; quer dizer, de transformá-lo através de nossa prática consciente” 

Paulo Freire

sábado, 9 de outubro de 2010

Para além das obviedades

Procuro um ponto final em cada pensamento

Esvai-se por um fio de (in)consciente a minha plenitude.

Calar-me-ei em um silêncio prostrado e  indeterminado

Por ora, viverei num mundo só meu

Onde não haja espaço e censura sobre meus sentimentos

Sinto-me afobado pela sede que tenho da vida

Não da vida mesquinha e social massificada

Mas da vida plena, da vida em flor, da vida bela e pura

Uma vida em que se dança de olhos fechados e de coração aberto

E... um dia...

Um dia - talvez - voltarei ao terreno do concreto e do palpável

Ainda que por ora prefiro-me esconder para não machucar-me

O processo de desenvolvimento humano estancou-se 

O que há são diversas vozes oprimidas pela vontade de serem elas mesmas

Sem mistificação, sem rotulação.

Essas vozes, perdidas num espaço quase abstrato, vivem na procura de uma saída...

O fato concreto é que os verbos serão conjugados,

O sujeito será posto conforme a estética estabelecida pelos padrões sociais contemporâneos

E eu, impotente, fraco e oprimido em meu viver, farei o estabelecido e rotulado

Lutarei amordaçado, calado.

Somente de meus olhos, de meu olhar profundo e incógnito, estarei lúcido de mim mesmo

Os gestos ficaram plásticos, as falas serão curtas e a escrita será meu objeto de ligação

Entre a realidade concreta e a realidade desejável

Pois, configurado em todo esse contexto apresentado, indago-me:

Onde estão os verdadeiros humanos (habitantes) desse planeta?

instantes nortenhos